"Our duty is to feel what is great and love what is beautiful - not to accept all the social conventions and the infamies they impose on us."

In Madame Bovary de Gustave Flaubert
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quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Simplesmente Eva! (IV)

O membro de Diogo desaparecia lentamente na boca da amante, para novamente reaparecer, molhado, brilhante e hirto, num tesão prometedor. Os músculos retesavam-se a cada chupada, num movimento acompanhado por breves gemidos. Enquanto uma das duas mãos sentia a rigidez do membro erecto a outra sentia as formas definidas dos músculos abdominais e a suas contracções ritmadas.

A espaços deixava os dentes tocar levemente a cabeça entumescida provocando em Diogo uma sensação mista entre o arrepio e a excitação. Aumentou sofregamente o ritmo da mamada levando Diogo a implorar que parasse para que não terminasse ali o jogo.

Parou, porque também ela queria mais. Numa provocação constante, levantou-se, virou-se de costas para o amante, empinou o rabo fez deslizar cadenciadamente  a saia até ao chão. Para surpresa de Diogo, Eva estivera toda noite sem lingerie. Ficou claro para ele que tudo tinha sido premeditado.

Com um gesto felino saltou para cima de Diogo, e ainda de costas para ele fez deslizar para dentro de si o caralho tesudo de tantas travessuras. Iniciou um ligeiro dançar de ancas, prazeroso, sentindo cada centímetro dentro de si.

A venda que impedia a visão a Diogo desapertara-se um pouco e descaíra e podia agora  observar os movimentos excitantes daquele rabo latino perfeito à sua frente, o que o excitava ainda mais. Podia notar a parceira a deliciar-se com cada movimento, a acariciar levemente o clitoris.

A leve carícia foi aumentando de intensidade assim como a pujança das ancas de Eva.
Encarou frontalmente  o amante, debruçou-se sobre ele  e, olhando-o nos olhos, expressando o seu ardor latino sussurou-lhe "te quiero más..."

Diogo viu a oportunidade de sentir o sabor dos seios Eva, balançando ali tão perto da sua face ruborescida. Conseguiu alcançá-los e com envolveu o bico de um dos seios com os lábio como se os beijasse. A língua titilava possantemente de um lado para o outro provocando gemidos á parceira enquanto esta empurrava violentamente o membro do parceiro para dentro de si.

Ergueu o tronco e acelerou as investidas... mais e mais, até sentir o parceiro em ponto de rebuçado.

Saltou de cima dele e soltou um...

"Te quiero em mi boca...."

Envolveu o pau com a boca e  olhou a face de prazer do amante enquanto este soltava o seu orgasmo e e ela sorvia o prazeroso líquido.

Esta é Eva...




sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Uma boleia sui generis... (II)

Imobilizou o jeep e num impulso saltou como uma loba para cima da sua vítima. Com uma agilidade predadora tomou os lábios de Zé, ao mesmo tempo que as suas mãos desenvoltas lhe despiam a camisa negra desnudando-lhe os peitorais trabalhados.

Zé, ao contrário da sua postura habitual, ruboresceu perante tanta iniciativa, mas perante o inesperado da situação deixou-se levar pela situação. A suas mãos firmes deslizaram por baixo do vestido de Rosário, cravando-lhe as mãos nas nádegas firmes, puxando-a para si...

Numa postura de dominação, Rosário tira o cinto das calças de Zé e encostou-lhe as mão ao encosto de cabeça do Jeep, passou o cinto á volta delas e apertou, prendendo-o... deixando-o á sua mercê.

Com a sua vítima presa, ajoelhou-se á sua frente e com os dentes puxou o fecho das calças para baixo. Puxou-lhe os os boxers e os seu membro entesado saltou de imediato! O cheiro a sexo invadia por completo o carro...

Sem perder tempo, colocou-se ao colo de Zé e desviando o minúsculo String e fez deslizar para dentro de si o sexo duro... Com um felino menear de ancas, iniciou um vaivém ritmado que levava o amante a delírios de prazer exponenciados pela involuntária prisão.

A dada altura, Zé solta-se e agarra fortemente Rosário. E á medida que a tesão aumentava Zé dava palmadinhas nas nádegas rijas. Ela anuncia o gozo premente e crava-lhe as unhas nas costas. Sem conseguir resistir mais, Zé solta demoradamente jactos de leite na improvável amante.

A traição consumara-se... e a tesão viria a dar lugar ao remorso.....