"Our duty is to feel what is great and love what is beautiful - not to accept all the social conventions and the infamies they impose on us."

In Madame Bovary de Gustave Flaubert
Mostrar mensagens com a etiqueta tesão. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta tesão. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Silky night... (I)

03.00am

Apesar da ligeira brisa, aquela noite lisboeta estava agradável. após o jantar, o habitual grupo de colegas tinha decidido ir até ao Silk. Espaço selecto, no sétimo andar de um prédio antigo no chiado, com uma vista deslumbrante sobre a Capital. 

Para entrar, só com recurso aos contactos do Xavier, um dos nossos colegas mais veteranos e que conhecia quase toda a gente que interessava, já que apenas estando na guestlist se podia usufruir do espaço. 

Dirigiram-se ao bar e todos pediram a sua bebida. Rui, um dos mais novos do grupo acompanhava Temperance, uma colega britânica que estava em Lisboa a dar formações durante aquela semana e que era a unica "novata" no grupo. Rui era um rapaz discreto. Do alto do seu 1,90m e com cara de miúdo, era ainda muita vezes confundido com um teenager, apesar dos seus 28 anos. Era do tipo cómico, ideal para ajudar a integrar alguém que vem de fora do país em trabalho. Não era coisa para lhe custar, já que a Temperance era uma mulher muito bonita e afável. Os olhos profundamente verdes, face arredondada com boca extremamente bem delineada e cabelo castanho liso a emoldurar toda a face harmoniosamente maquilhada, já deixariam muitos homens a olhar, mas os cerca de 1,75m de altura aos quais se poderia acrescentar ainda os saltos altos tornavam-na extremamente vistosa e até intimidante para os mais incautos.

 Junto ao bar, Rui pediu um Smirnoff Ice enquanto Temperance pedira um Cosmopolitan. A conversa fluía agradavelmente. Rui avançou:

- Estás a gostar desta estadia em Lisboa?? 
- Sim, desta vez consegui sair um pouco à noite. da ultima vez tive de ficar quase todo o tempo no Hotel por causa do mau tempo.- retorquiu Temperance. 

- Pois foi. Mas desta vez mesmo com mau tempo, nem que fosse eu lá buscar-te para te mostrar um o pouco da cidade á noite. - atirou Rui. 

- E quem te disse que aceitava? - respondeu ela entre risadas. Tempe era surpreendentemente sorridente e descomplexada. 

Pelo menos tentava. - disse Rui enquanto piscava o olho com sorriso atrevido.  Apesar dos 7 anos que os separavam, e de trabalharem na mesma empresa há cerca de 1 ano, havia uma grande empatia entre os dois. 

Temperance retribui-lhe o piscar de olho, levantou-se e dirigiu-se ao Terraço.  

Rui permaneceu no seu lugar, bebeu mais um trago de Smirnoff e continuou a olhar a sua interlocutora que se afastava com andar firme e confiante. O tecido negro das calças que Temperance usava ajudavam a realçar as curvas bem delineadas do esguio corpo. Rui notava que algumas cabeças masculinas se viravam para poder contemplar aquela figura feminina vestida de negro. 

Tempe encostou-se há varanda a observar a cidade e o rio... acompanhada do seu Cosmopolitan, desfrutava da brisa que fazia o seu cabelo ficar levemente agitado. Fechou os olhos por momentos, num momento breve de relaxamento interior.

Por esta altura Rui ia conversando com os restantes colegas, mas a ausência de Temperance deixou-o apreensivo. Levantou-se e procurou-a. 

Subiu ao terraço e por entre pouffs, sofás e chapéus de sol, vislumbrou ao fundo uma figura que lhe pareceu  a Britânica. Aproximou-se lentamente, arriscou colocar-lhe a mão à volta da cintura e deu-lhe um leve beijo no ombro..

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Pela Fresta (II)



Inebriada pela tesão que sentias fechaste os olhos e deixaste-te levar!
A minha língua procurava avidamente a origem do suco maravilhoso que emanavas, e enterrava-a cada vez mais....
...procurei o teu clítoris! Demorei-me enquanto ouvia os teus gemidos aumentar de intensidade e a tua respiração a ficar mais e mais ofegante.
Desviei o olhar procurando o foco inicial da nossa tesão.


Agarrando firmemente o cabelo cor de fogo, o negro possuía ritmadamente  a sua amante numa cativante canzana. Conseguia ver o robusto pénis negro, a desaparecer dentro da fogosa ruiva quase gritava a cada investida, num misto de prazer e dor pela violência da penetração....


Não resisti ao que vi... agarrei-te pelo cabelo e virei-te de costas... O rabo empinado, ligeiramente coberto pela saia de modelo colegial,, refirmado pelo efeito dos saltos altos,
Percorri com  cabeça do pau a tua gruta inundada, fazendo-te contorcer de tesão, a pedir pau... Beijei-te o pescoço, mordisquei-te a orelha e... meti-o até ao fundo... uma e outra vez, e mais outra...
Agarravas-te á ombreira da porta, de olhos fechados e expressão prazerosa,  soltando gemidos intensos , enquanto te fodia vigorosamente...

(continua)

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Pela fresta....

3 da matina

Aquela hora da noite, o corredor mal iluminado do motel parecia não ter fim.
Em passo apressado passámos uma porta... duas... três.... de um lado...  e do outro... quatro.... cinco!!...

Cinco??!!! A quinta porta....

Entreaberta!!.


Parámos!

Deixava ver boa parte do quarto. Bem junto á porta, no chão, alguma lingerie deixada ao acaso.

Mais á frente, deitada na cama, pernas flectidas para o chão, uma ruiva, de cabelo farto, encaracolado, semi despida acariciava os seios com uma mão, enquanto a outra se perdia por entre as pernas, explorando ora os carnudos lábios vaginais, ora o clítoris. 
Após poucos segundo de voyeurismo acidental, num misto da habitual loucura sexual com a tesão do quadro que presenciávamos através da fresta, lançaste a mão ao zíper das minhas calças e abriste-o. Sem dificuldade, o pau entumescido saltou ficando bem visível. Agarres-te-o e puxaste-me para bem junto de ti.

No imprevisto cenário entrara um novo actor.... De cabeça rapada e com um brilhante na orelha,  uma figura masculina, musculada, de cor negra apenas envergando uns boxers CK de cor cinza. Ajoelhou-se paulatinamente á frente da exposta ruiva e mergulhou decididamente entre as pernas dela. O primeiro plano  mostrava agora os desenvolvidos Trapézios do negrão. O suave murmurar da ruiva tornava-se mais audível a cada momento, a cada movimento mais vigoroso do amante!


Agarrei-te e encostei-te á ombreira da porta semiaberta. As mão deslizaram por cada curva do teu corpo,  sentindo os teus seios firmes, a cintura delicada, as ancas pronunciadas, os glúteos definidos... Olhavas avidamente a cena que decorria no quarto. Agarraste-me o cabelo e empurraste-me com ansiedade para o teu entrepernas. Recostastes-te na ombreira da porta e apoiaste levemente uma das pernas. Sem demora pude sentir o leve cheiro a tesão que emanava de ti. Num gesto prático desalojei o pequeno fio dental que usavas, e pude sentir o teu sabor. Percorri toda a  húmida racha com a ponta da língua. Demorei-me!! Demorei-me ao sentir a sensibilidade do botão rosa. Pululavas de tesão...


(continua)

terça-feira, 17 de maio de 2011

Simplesmente Eva! (III)

Afastou-se ligeiramente do sofá!

Diogo seguia atentamente o som dos seus passos!

Pelo caminho Eva acendia algumas velas. Suavemente um doce aroma a framboesa e morango invadia ao ar.
Subitamente um grito de dor ecoa pela suite. Seguido de um outro.

- Estás louca?

- Não gostas??....  relaxa, vais aprender a gostar!

A cera derretia lentamente na mão de Eva, e pingo após pingo caía no peito do amante. A cada gota que caía, Eva fazia corresponder uma carícia diferente. Ora um beijo prolongado nos mamilos, uma leve carícia no pénis erecto coberto pelo aperto boxer Pierre Cardin, ou uma mordida na orelha...

Lentamente, o algemado foi-se abstraindo da dor e concentrando-se nas carícias provocadores de Eva...
Ela fervilhava de tesão ao ver o amante exposto daquela forma, a apreciar as novas sensações!...

Desapertou o soutien e deixou-se envolver num lânguido beijo! Prosseguiu beijando o pescoço, percorrendo-o com a língua. Continuou, por cada curva musculada do tronco de Diogo, sentindo o retesar de cada músculo.
Os Seios firmes pressionavam o corpo da vítima. Eva continuou o seu caminho, até sentir o pau bem no meio das mamas... apertou forte no meio delas... repetindo o gesto uma e outra vez enquanto olhava o rosto vendado de Diogo numa feição de sofrimento prazeroso.
Continuou a benvinda tortura dominando por completo a noite. Os lábios carnudos e bem definidos enlearam a cabeça do membro teso enquanto a ponta da língua titilava de forma irregular provocando arrepios de prazer.


(continua em breve - o próximo post será o final)

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Simplesmente Eva! (II)

Os dois corpos envolviam-se em amassos de forma intensa quando o Taxi parou!...

- Chegámos! - vociferou o taxista.

- Quanto é ?? - perguntou Diogo.

-Esta é por minha conta... divirtam-se o resto da noite! - atirou o homem com ar trocista.

Saíram ajeitando a roupa de forma desajeitada e seguiram em passo rápido para a o Infante Sagres.
O estilo neo-barroco do Hotel confere-lhe uma imponência e um requinte apenas ao nível dos melhores, retomando o melhor que se fez no séc. XIX na recriação do florescente período económico do Séc.XVII.

Subiram os 5 degraus da escadaria e entraram no elevador. Desta feita, foi ele que abriu as hostilidades. Agarrou-a firmemente pela cintura e encostou-a ao espelho do elevador beijando-lhe furiosamente o pescoço enquanto as mão percorriam o rabo firme e pronunciado.

O elevador parou no 5º andar.

Saíram desequilibradamente... em duas curtas passadas Eva tira os Manolo Blahnik brancos, de salto altíssimo e correu em direcção ao fundo do corredor onde ficava a suite.

foto roubada por aí.

Eva agarrou Diogo pela camisa já meio amarrotada e empurrou-o violentamente para o enorme e confortável sofá vermelho que dominava a decoração da sala. Com um puxão decidido abriu a camisa rebentando todos os botões deixando os peitorais bem definidos do amante expostos. 

Diogo deixou-se dominar por tamanho ímpeto. A sua amante beijava-o furiosamente enquanto lhe agarrava as mão por cima da cabeça, impedindo-o de mover as mãos. Abriu uma pequena mala que estava na mesa de centro da sala e tirou um objecto metálico. 

Com a destreza que a prática confere, algemou rapidamente Diogo, que a olhou surpreendido. Já estivera com Eva muitas vezes, mas a postura de dominadora era-lhe desconhecida. 

Desapertou demoradamente as calças com a boca, botão por botão, sentindo a tesão que se expressava debaixo das calças.  A espaços mordiscava por cima ganga o membro erecto de Diogo. 
Diogo suspirava de tesão e por não poder mexer as mãos. 

A captora tirou a blusa e atou-a em volta do olhos de Diogo. Sentia o doce aroma a Obsession, perfume que Eva usava em qualquer circunstância. 

Deitado no sofá, algemado e vendado, estava á mercê de Eva. 

(continua)

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Uma boleia sui generis... (II)

Imobilizou o jeep e num impulso saltou como uma loba para cima da sua vítima. Com uma agilidade predadora tomou os lábios de Zé, ao mesmo tempo que as suas mãos desenvoltas lhe despiam a camisa negra desnudando-lhe os peitorais trabalhados.

Zé, ao contrário da sua postura habitual, ruboresceu perante tanta iniciativa, mas perante o inesperado da situação deixou-se levar pela situação. A suas mãos firmes deslizaram por baixo do vestido de Rosário, cravando-lhe as mãos nas nádegas firmes, puxando-a para si...

Numa postura de dominação, Rosário tira o cinto das calças de Zé e encostou-lhe as mão ao encosto de cabeça do Jeep, passou o cinto á volta delas e apertou, prendendo-o... deixando-o á sua mercê.

Com a sua vítima presa, ajoelhou-se á sua frente e com os dentes puxou o fecho das calças para baixo. Puxou-lhe os os boxers e os seu membro entesado saltou de imediato! O cheiro a sexo invadia por completo o carro...

Sem perder tempo, colocou-se ao colo de Zé e desviando o minúsculo String e fez deslizar para dentro de si o sexo duro... Com um felino menear de ancas, iniciou um vaivém ritmado que levava o amante a delírios de prazer exponenciados pela involuntária prisão.

A dada altura, Zé solta-se e agarra fortemente Rosário. E á medida que a tesão aumentava Zé dava palmadinhas nas nádegas rijas. Ela anuncia o gozo premente e crava-lhe as unhas nas costas. Sem conseguir resistir mais, Zé solta demoradamente jactos de leite na improvável amante.

A traição consumara-se... e a tesão viria a dar lugar ao remorso.....

Uma boleia sui generis...

Em amena cavaqueira, saíram os três do edifício onde trabalhavam dirigindo-se para o estacionamento.

- Vou-me embora que estou com muita pressa. Adeus... - disse a morena de olhar profundo.


- Até amanhã. Zé, precisas de boleia? - disse Rosário com voz decidida...


- 'Tás-me a oferecer boleia? olha que eu aceito... mas eu tenho tenho o carro já ali em cima.... - disse o Zé Carlos com ar surpreso pelo inesperado da pergunta...


- Queres ou não?! - insistiu ela


- Já que insistes eu vou. - e entrou no jeep Volvo topo de gama.


Rosário era uma mulher de 40, bem resolvida, divorciada e descomplexada. Loura, com cerca de 1,60m. Enfim, 40 anos muito bem apresentados e com uma sensualidade aumentada pelo vestido de malha comprido que vestia, com um profundo e generoso decote.


Já Zé Carlos, casado, homem de piada e sorriso fácil, tinha uma queda para espicaçar as colegas do sexo feminino e fazer corar algumas das que se faziam de mais púdicas.


A luz do dia já se tinha extinguido há largas dezenas de minutos e e reinava um escuro trespassado ao longe por alguns candeeiros de iluminação pública. Os vidros fumados do Volvo XC90 escondiam o seu interior dos olhares mais indiscretos... Valendo-se disso, Rosário colocou a mão junto ao joelho de Zé Carlos e deixando-a subir suavemente, pergunta-lhe:


- Queres ir pra onde?
- Qualquer sítio serve, desde que seja rápido. A Márcia começa a desconfiar... já me andou a mexericar no telemóvel... não anda fácil. - justificou-se Zé Carlos.


- 'Tá bem. - E Rosário arrancou. Em menos de 5 minutos estavam num canto meio escondido da zona Industrial.


-----
o resto em breve...

sábado, 26 de abril de 2008

La Femme Chaud (III) - Fim

- Você é de cá??
-Não, sou do Porto... vim para cá há 3 anos. E você?

Olhou de soslaio para a mão esquerda do inesperado parceiro de mesa:

-Casado??? guardou o anel no bolso, foi?? - disse, dando uma risada de gozo.

- Separado... á muito pouco tempo...

- A marca no dedo ainda está bem visível... tem a certeza que está separado?

- bem.. estas suas questões fazem-me deixar de ter certezas...

-Ah Sim.. Quer saber o que é deixar de ter certezas?? Eu mostro-lhe....

Num gesto rápido pegou numa nota e deixou-a na mesa... discretamente tirou um objecto metálico da pochette:

-Estenda a mão...

O guarda estendeu a mão... e num movimento certeiro cravou uma algema na mão...

-Se está mesmo separado não se importará de atravessar a avenida preso a mim...

Assustado, tentou retirar a mão pensando tratar-se de uma brincadeira, mas estavam agora algemados no meio do bar...

- O....o....o guarda aqui sou eu, vc não me pode algemar...

- Pense na parte boa, está algemado a mim... ou tem medo da seu ex???

-Mas...

-Nem mas, nem meio mas... vamos embora...

Não querendo fazer estrilho no bar... obedeceu e tentou sair discretamente.... junto á porta, olhou para a sua captora... Casaco e Calças de ganga bem coladas ao corpo, sapato preto com salto agullha... o cabelo longo negro, brilhante... Era sem duvida uma mulher muito atraente e como não se via muito por ali...

Dirigiu-se em passo rápido pela avenida abaixo, sorrindo perante os olhares surpresos de alguns turistas que deambulavam por ali...

Entrou no pequeno hotel e encaminhou-se á recepção, pegou numa caneta escreveu algumas coisas e entregou ao jovem recepcionista que ficou gélido ao ver o Guarda algemado a uma turista... ao olhar o pequno bilhete, a sua expressão desanuviou.

Entraram no quarto! Desapertou a sua parte da algema.. e o guarda pensou que a brincadeira estava terminada... com um forte empurrão fá-lo cair em cima da cama e subitamente vê-se algemado á cama com uma das mãos.. lutou para se soltar mas em vão... Apesar de ser mulher, Lara tinha mão firmes e após um pequena luta algemou a outra mão do guarda na cama deixando-o de braços abertos na cama, semi deitado...

Dirigiu-se á casa de banho e deixou-o só... indefeso na cama... á mercê de uma mulher que não conhecia...

Batem á porta do quarto... Lara aparece com os peitos desnudos, mira pelo óculo da porta e vê o rececpionista, abre a porta deixando-o ver quer o guarda algemado á cama quer os seios firmes da hóspede... e agarra uma pequena caixa branca... fechou a porta e voltou para a toillete. Passado poucos minutos saiu.... uma autêntica mulher de negro... botas de cabedal negroquase até ao joelho, uma saia negra de Pele com pouco mais de palmo e meio de comprimento e um corpete escuro como breu...

O guarda olhava aquela Catwoman com um ar inquisitivo e assustado, tentando adivinhar o que iria acontecer a seguir... mas o olhar da sua captora era imperscrutável!

Com a pequena caixa branca na mão aproximou-se dele. Abriu a caixa... retirou três velas, acendeu-as e colocou-as numa pequena mesa de apoio...

-Pela tua cara nunca foste algemado por uma mulher...

-Nnnão...

- Algo me diz que não te vais esquecer de mim... - debruçou-se sobre ele e num ápice rebentou com todos os botões da camisa... pegou nas velas e inclinou-as sobre o peito dele... lentamente verteram até ao pavio alguns pingos de cera quente...

Caíu um... depois outro... e outro...

Soltou alguns gemidos de dor, mas surpreendera-o a dor ser suportavel... pingo após pingo a dor foi descendo até ventre... por momentos deixou de sentir os pingos a percorrer a sua pele... subitamente sentiu as calças a aquecerem junto ao seu caralho que, para seu espanto estava teso...

Lara desapertou-lhe a braguilha e agarrou firmemente no pau, massajando-o... com a outra mão continuou a deixar cair a cera quente,escorrendo pelos pintelhos e envolvendo o saco...
O guarda, rendido, urrava num misto de dor e prazer que nunca imaginara sentir...

Sentindo o caralho duro na sua mão, colocou-se em cima do guarda e roçou com a cabeça na sua rata húmida, numa tortura para ambos.... inesperadamente apagou uma das velas no peito do parceiro, fazendo-o gritar, mas o grito foi substituído por um gemido quando a Femme Fatale enterrou todo pau todo dentro de si iniciando uma cavalgada alucinante....

Os braços do guarda violentado estavam negros da força que fazia conta as algemas... O guarda era montado a toda a força sem que a sua violadora sequer se lembrasse dele. Lara apagou as duas velas restantes no peito do guarda, e numa investida final gozou intensamente.

Saíu de cima dele, e olhando o caralho ainda cheio de tusa deu uma gargalhada... desapertou uma da algema e atirou a chave para cima do guarda...

-Desamarra-te e desaparece... estou farta de ti...

Pegou nas roupas, vestiu-se desajeitadamente e e saíu do quarto assustado com aquela mulher...

__//__

Lara terminou a noite na banheira, numa deliciosa e relaxante masturbação....

quarta-feira, 2 de abril de 2008

...Indiscrições...

Fez questão de se deslocar para festa no seu Mercedes SLK... o Valet encarregou-se de o estacionar, não sem antes olhar fixamente os seus olhos verdes num breve momento de hipnotismo...

Aquelas festas de ricos irritavam-na profundamente... o snobismo pairava no ar em todos locais daquele magnifico palácio do Séc. XVIII e a vaidade tendia a ser libertada por todos os poros dos convidados da distinta guestlist...

Ao entrar no salão principal destacavam-se os dois lustres centrais em cristal com longos filamentos pendentes do tecto. O Bar mais próximo ficava do outro lado do salão, junto a um pequeno palco reservado a um DJ... Atravessou o salão perscrutando os convivas que já tinham chegado tentando reconhecer alguém...

Ninguém...


Pediu um Xerez... o barman demorava-se... enquanto aguardava continuou a sua procura por alguém seu conhecido...

Ninguém...

Sentiu-se observada... pegou no Xerez e degustou-o deixando-lhe a boca envolta na doçura única daquele vinho espanhol..

Olhando em redor percebeu uma presença solitária que a fitava... um olhar encantador... num rosto de menino, de faces suaves...

Ele esboçou-lhe um leve sorriso... segundos depois dirigiu-se para um corredor lateral...
Sem perceber porquê seguiu os seus passos. Era o acesso aos quartos de banho. Entrou no feminino e olhou-se ao espelho... sentiu-se especialmente sensual! Com um vestido suave negro colado ao corpo, encimado por uma écharpe vermelha semitransparente... Saíu calmamente e chocou com alguém...

Era ele... O homem que a observara momentos antes no salão... de perto tinha uma aspecto forte, não obstante a cara de menino... A Camisa negra desapertada deixava sobressair os contornos do peito definido...

- Perdona-me! te encontras bién? Yo soy un pouquito descuidado!

Ficou paralisada ao sentir o perfume...

- Sim, estou bem...
- Me llamo Juanes... te esta gustando la fiesta?
- Nem por isso... não conheço ninguém... O meu nome é Vitória!

Aquela voz ressoava-lhe nos ouvidos com um encanto que só um D. Juan consegue... deixou-se levar... seguiram a lentamente até ao salão trocando trivialidades...
Convidou-a para ir até um pátio no primeiro piso, com vista sobre um jardim de recorte clássico onde se ouvia o ecoar de uma fonte bem perto...

Ao passar pelas portadas de vidro, Juanes colocou a mão nas costas dela incentivando a sua passagem...

Estremeceu ao sentir a mão tocá-la, firme....

-Me gustan tu ojos...

Pegou-lhe no braço com ternura e beijou-a longamente... Os lábios carnudos cederam com facilidade ao encanto do jovem espanhol... Gostava de ser cortejada mas estava a ultrapassar os limites habituais. Deixou-se levar e correspondeu ao beijo ardente do seu amante!

A mãos de ambos tocavam-se de forma hesitante como dois jovens inexperientes...

- Quiero más..
- Alguém pode ver...
- que importa... se juntaran a nosotros!!!

Não era de se deixar levar por situações arriscadas mas a excitação que sentia...e o friozinho no estômago provocado pela situação empurravam-na a prosseguir... mesmo sem o controlo da situação avançou... puxou-o para si e encostaram-se a uma parede...

Juanes agarrou-lhe forte a coxa musculada por anos de Aeróbica... As mão dele percorriam-lhe todo o corpo, ora os seios discretos, hirtos de tesão, as nádegas firmes... puxava-lhe os cabelo com vigor enquanto lhe beijava e mordiscava o pescoço..

Ela abre os olhos e perscruta á sua volta... no jardim vê uma pessoa...

Era o Valet do estacionamento... observava atentamente o que se passava no pátio superior!

Vitoria desprezou o facto e deixou-se levar... sentiu-se bem ao ser observada e isso aumentou-lhe a tesão!

- Come-me... Se me queres foder, fode-me agora...

A mão de Juanes colou-se por baixo do vestido puxando o fio dental para o lado... abriu o fecho num ápice e encostou a cabeça do pau na entrada da cona molhada de Vitória...

- Mete-o.. Já... - Enganxando a perna no amante, puxou-o com vigor e forçou a entrada do bracamarte na sua fenda inundada...

Juanez investia fortemente...

O Valet permanecia imóvel a apreciar aquele espectáculo gratuito... Vitória nunca pensara em ter tanta tesão ao ser observada e puxava o seu improvável para para si.. para sentir bem no fundo as suas investidas...

Sentiu um ardor no pescoço... certamente ficaria com a marca daquele chupão no pescoço...

Gozou intensamente... num orgasmo em situação proibida... Sentiu o leite do parceiro jorrar dentro de si...

Enquanto se recompunha da situação olhou em busca do inusitado espectador... desapareceu...

A festa estava no seu auge... após uma curta passagem pelo quarto de banho dirigiu-se á saída.... Já tinha tido a sua festa...

Procurou o Valet e pediu-lhe para trazer o automóvel... Olhando-o nos olhos, sorriu e lançou uma provocação...

-Gostaste do que viste?!
A medo, murmurou um hesitante sim...

Colocou-lhe algo no bolso do Smoking e entrou no Mercedes e desapareceu na estrada...

Deixara-lhe o fio dental como recordação... Nem ela nem o Valet iriam esquecer aquela noite...

segunda-feira, 31 de março de 2008

...Chaise longue...

O elevador subia lentamente numa viagem que parecia não ter fim. O dia tinha sido agitado e o cansaço apoderava-se do seu corpo. Ansiava pela sua chaise longue...
Entrou em casa e deixou o saxofone de Charlie Parker como pano de fundo...
Desfez-se dos incómodos saltos altos e recostou-ne na reconfortante chaise longue...
Sentiu os olhos a fecharem-se...
Um arrepio percorreu-lhe o corpo como se lhe tocassem ao de leve, numa massagem sensual... um aperto nos ombros descomprimindo-lhe os pontos em tensão... sabia-lhe bem aquele aperto!.

As mãos sentiam um formigueiro inquietante tornando-se impossível mantê-las quietas... debaixo da blusa decotada uma mão hábil desaperta o soutien e procura os seios fartos. Sentia-se quente... apertou levemente um... depois o outro... as duas mãos massajavam os mamilos com confiança... os dedos humedecidos pela sua boca causavam-lhe uma onda de relaxamento e prazer inigualável...

A tesão apoderou-se dela... a mão direita dirigiu-se ao baixo ventre e iniciou uma massagem invulgar... pressionava levemente a púbis.... descia... entreabria os lábios e acariciava levemente o clítoris... como num processo repressivo da sua pulsão, regressava à púbis...

a outra mão demorava-se nos peitos... agarrava as nádegas firmemente como se as abrisse procurando ser penetrada...

...entregou-se por fim ao prazer mais intenso... mais carnal... demorando-se no clítoris iniciou a sua busca pelo Santo Graal... estimulava-se intensamente... deixou um.. depois dois dedos penetrarem-na... voltou ao clítoris... os gemidos sobrepuseram-se ao Jazz de Charlie Parker... numa onda frenética de procura do prazer final... o orgasmo fluiu pelo seu corpo...

...deixara-se levar pelo prazer da masturbação