"Our duty is to feel what is great and love what is beautiful - not to accept all the social conventions and the infamies they impose on us."

In Madame Bovary de Gustave Flaubert

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Silky night... (I)

03.00am

Apesar da ligeira brisa, aquela noite lisboeta estava agradável. após o jantar, o habitual grupo de colegas tinha decidido ir até ao Silk. Espaço selecto, no sétimo andar de um prédio antigo no chiado, com uma vista deslumbrante sobre a Capital. 

Para entrar, só com recurso aos contactos do Xavier, um dos nossos colegas mais veteranos e que conhecia quase toda a gente que interessava, já que apenas estando na guestlist se podia usufruir do espaço. 

Dirigiram-se ao bar e todos pediram a sua bebida. Rui, um dos mais novos do grupo acompanhava Temperance, uma colega britânica que estava em Lisboa a dar formações durante aquela semana e que era a unica "novata" no grupo. Rui era um rapaz discreto. Do alto do seu 1,90m e com cara de miúdo, era ainda muita vezes confundido com um teenager, apesar dos seus 28 anos. Era do tipo cómico, ideal para ajudar a integrar alguém que vem de fora do país em trabalho. Não era coisa para lhe custar, já que a Temperance era uma mulher muito bonita e afável. Os olhos profundamente verdes, face arredondada com boca extremamente bem delineada e cabelo castanho liso a emoldurar toda a face harmoniosamente maquilhada, já deixariam muitos homens a olhar, mas os cerca de 1,75m de altura aos quais se poderia acrescentar ainda os saltos altos tornavam-na extremamente vistosa e até intimidante para os mais incautos.

 Junto ao bar, Rui pediu um Smirnoff Ice enquanto Temperance pedira um Cosmopolitan. A conversa fluía agradavelmente. Rui avançou:

- Estás a gostar desta estadia em Lisboa?? 
- Sim, desta vez consegui sair um pouco à noite. da ultima vez tive de ficar quase todo o tempo no Hotel por causa do mau tempo.- retorquiu Temperance. 

- Pois foi. Mas desta vez mesmo com mau tempo, nem que fosse eu lá buscar-te para te mostrar um o pouco da cidade á noite. - atirou Rui. 

- E quem te disse que aceitava? - respondeu ela entre risadas. Tempe era surpreendentemente sorridente e descomplexada. 

Pelo menos tentava. - disse Rui enquanto piscava o olho com sorriso atrevido.  Apesar dos 7 anos que os separavam, e de trabalharem na mesma empresa há cerca de 1 ano, havia uma grande empatia entre os dois. 

Temperance retribui-lhe o piscar de olho, levantou-se e dirigiu-se ao Terraço.  

Rui permaneceu no seu lugar, bebeu mais um trago de Smirnoff e continuou a olhar a sua interlocutora que se afastava com andar firme e confiante. O tecido negro das calças que Temperance usava ajudavam a realçar as curvas bem delineadas do esguio corpo. Rui notava que algumas cabeças masculinas se viravam para poder contemplar aquela figura feminina vestida de negro. 

Tempe encostou-se há varanda a observar a cidade e o rio... acompanhada do seu Cosmopolitan, desfrutava da brisa que fazia o seu cabelo ficar levemente agitado. Fechou os olhos por momentos, num momento breve de relaxamento interior.

Por esta altura Rui ia conversando com os restantes colegas, mas a ausência de Temperance deixou-o apreensivo. Levantou-se e procurou-a. 

Subiu ao terraço e por entre pouffs, sofás e chapéus de sol, vislumbrou ao fundo uma figura que lhe pareceu  a Britânica. Aproximou-se lentamente, arriscou colocar-lhe a mão à volta da cintura e deu-lhe um leve beijo no ombro..

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Pela Fresta (III - Final)

De súbito, empurraste-me para trás e arrancaste em direcção ao quarto, deixando o negro e a ruiva no seu devaneio sexual.

O jacuzzi borbulhava apetecivelmente, tal como tínhamos pedido. As peças de roupa voaram logo á porta.
Deixaste os teus Louboutin perdidos no meio do quarto e subiste os dois degraus de acesso a prazerosa piscina interna.

Pé ante pé, foste entrando, sentindo o calor relaxante emanado pela água a tomar conta dos teus músculos. Recostaste-te.

Abri uma garrafa de Bollinger e servi-nos!... O ligeiro sabor a frutos vermelhos e silvestres era perfeito para o momento.

Apenas com um robe de algodão egípcio vestido, sentei-me  na beira da banheira sentindo o borbulhar intenso. Bebi mais um gole e fechei os olhos degustando o néctar. Senti que te aproximavas... envolveste-me o pau com a tua boca, refrescada pelo Champagne. Saboreaste-o como quem saboreia uma Chupa-chups.. com os lábios, depois com a língua a percorrer cada cm do caralho tesudo e latejante.  
Olhaste para mim com ar depravado enquanto percorrias com a língua todo o comprimento do membro.

Puxaste-me para dentro do Jacuzzi e com impaciência saltaste-me para o colo... a penetração foi quase instantânea  imediata.. instintiva... um momento partilhado a dois, sem voyeurismos... apenas o momento!!
Nos seios firmes, destacavam-se os mamilos, hirtos, retesados de tesão. Não hesitei por um momento. Chupei-os! Envolvi-os com os lábios, sentindo cada milímetro percorrido...

O suave vai-vem gerado torna-se num movimento crescente, acompanhado ritmicamente por sons de prazer e desejo. A cadência aumentava a cada investida assim como a força do abraço que nos unia.
Foi inevitável a explosão de prazer mutuo....







Scarlett Johansson - Match Point cigarette scene

Esta miúda tira-me do sério... destila sexo por todos os poros!!!

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Pela Fresta (II)



Inebriada pela tesão que sentias fechaste os olhos e deixaste-te levar!
A minha língua procurava avidamente a origem do suco maravilhoso que emanavas, e enterrava-a cada vez mais....
...procurei o teu clítoris! Demorei-me enquanto ouvia os teus gemidos aumentar de intensidade e a tua respiração a ficar mais e mais ofegante.
Desviei o olhar procurando o foco inicial da nossa tesão.


Agarrando firmemente o cabelo cor de fogo, o negro possuía ritmadamente  a sua amante numa cativante canzana. Conseguia ver o robusto pénis negro, a desaparecer dentro da fogosa ruiva quase gritava a cada investida, num misto de prazer e dor pela violência da penetração....


Não resisti ao que vi... agarrei-te pelo cabelo e virei-te de costas... O rabo empinado, ligeiramente coberto pela saia de modelo colegial,, refirmado pelo efeito dos saltos altos,
Percorri com  cabeça do pau a tua gruta inundada, fazendo-te contorcer de tesão, a pedir pau... Beijei-te o pescoço, mordisquei-te a orelha e... meti-o até ao fundo... uma e outra vez, e mais outra...
Agarravas-te á ombreira da porta, de olhos fechados e expressão prazerosa,  soltando gemidos intensos , enquanto te fodia vigorosamente...

(continua)